Damien Rice tocando covers

Nessa semana vamos dedicar o espaço para o irlandês Damien Rice tocando covers em seus shows ou gravações. Talvez você já tenha ouvido a maioria delas, mas imagino que sempre é bom fazer um breve apanhado com algumas dessas principais releituras presentes ao longo da carreira de Rice.

“Kiss”

Essa releitura de Prince entrou no repertório dos shows de Rice em duas oportunidades: em 2003 e em 2014, que é o vídeo que está logo abaixo.

Cover

“One”

Algumas covers a gente pode apontar o dedo e xingar nas conversas com amigos. Outras covers merecem apenas o nosso respeito, como no caso dessa preciosidade que Damien Rice fez com “One”.

Uma releitura para se justificar precisa não apenas acrescentar algo novo na nossa percepção da original, mas também se tornar como uma faixa digna do repertório do artista. Ele precisa tomar a música para si. Nessa gravação especial para a comemoração do aniversário de dez anos do Achtung Baby, Damien conseguiu isso. Uau.

Original

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“Creep”

Se Thom Yorke não tivesse escrito “Creep”, Damien Rice certamente o faria.

Tudo bem que sem o talento coletivo que torna o Radiohead uma banda inteira fora de sério, mas Rice é tão sensível, idiota, atormentado, perdido e genial que poderia muito bem se apropriar com direitos dessa canção presente no primeiro disco do Radiohead.

“Creep” costumava aparecer nos shows durante os versos finais de “The Blowers Daughter”.

Original

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“Desafinado”

Imaginem só… Damien Rice e Lisa Hannigan (com seu sotaque arrastado) cantando uma das melhores canções já escritas em todos os tempos. Essa letra encaixaria muito bem no repertório dos shows de Rice, mas acabou ficando apenas como uma gravação na trilha sonora de um filme (Goldfish Memory). “Desafinado” ganha uma releitura linda e com um solo de violoncelo maravilhoso. Não tem como resistir.

Original

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“Get this Party Started”

Impressionante o que um violão safado e um vocal feminino insinuante conseguem fazer. “Get this Party Started” vira outra música na roupagem de Damien Rice e Lisa Hannigan. Ela é sedutora e nos faz ter a certeza de que essa tal “festa” só vai começar quando a Lisa chegar lá.

Original

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“Still Haven’t Found What i Looking For”

Se engana quem pensa que “One” foi a única canção do U2 que Damien Rice já apresentou ao vivo. “Still Haven’t Found What i Looking For” recebeu uma roupagem intimista ao lado da ex-parceira Lisa Hannigan. No final, ainda sobra espaço para uma homenagem ao amigo Glen Hansard e o The Frames em “Star Star”.

Original

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“Be My Husband”

Essa música só entrou aqui porque seria um crime dedicar um especial para o Damien Rice e ignorar essa releitura linda de “Be My Husband”. Inclusive, ela faz muito sentido para a relação complicada do ex-casal. De qualquer forma, vou ser sincero: era só uma desculpa para poder falar de Nina Simone aqui.

Original

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“Love Hurts”

Bem a cara do Damien Rice regravar “Love Hurts” (na versão do Nazareth). Ele mais do que ninguém sabe o quanto o amor machuca.

Original

Cover

“Glory Box”

Em 2003, pouco depois de lançar o disco de estreia, Damien Rice incluiu “Glory Box” no repertório dos shows. Era uma das canções de encerramento, o que permitia uma performance intensa da banda, como podemos comprovar nesse audio de mais de oito minutos.

Original

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