Se você achou que o show da Madonna em 2024 foi o ápice e que a Lady Gaga em 2025 foi o fechamento de um ciclo, prepare o glitter e o psicológico: o Rio de Janeiro entrou em modo de combustão espontânea. O motivo? O nome de Britney Spears surgiu como a possível próxima ocupante do trono de areia da Praia de Copacabana para o projeto “Todo Mundo no Rio” em maio de 2026.
Mas calma, não venda seu rim para pagar o hotel na Avenida Atlântica ainda. O cenário atual é uma mistura de “confirmação de bastidores” com “negativa oficial” que mais parece um roteiro de novela das nove. Vamos por partes, antes que a gente sofra um colapso digno de Blackout.
O dia em que a internet quebrou: 2 de maio é a data?
Tudo explodiu nesta segunda-feira, 26 de janeiro. A colunista Fábia Oliveira soltou a bomba: o martelo estaria batido para o dia 2 de maio, um sábado estratégico logo após o feriado do Dia do Trabalhador. Seria o retorno triunfal da Princesa do Pop, que não pisa em um palco desde 2018.
E por que as pessoas acreditaram? Porque o rastro de migalhas de pão é real:
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O “cala a boca” do Prefeito: Eduardo Paes, nosso mestre de cerimônias oficial de Copacabana, disse que foi “proibido de falar”, mas passou o dia interagindo com fãs usando referências às letras de Britney. Se o Dudu Paes não negou com um “estão malucos”, há esperança.
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Stories suspeitos: Fernando Alonso, da produtora Bônus Track (os gênios por trás da logística da Madonna), postou vídeos da Britney com a bandeira do Brasil. Coincidência? No mundo do entretenimento, “coincidência” é apenas um nome chique para “vazamento planejado”.
O “banho de água fria” (ou estratégia de marketing?)
Poucas horas depois, a Bônus Track e a assessoria do projeto emitiram uma nota oficial dizendo que “não há qualquer negociação”.
A gente acredita? Nem um pouco. Quem acompanhou os bastidores de Madonna e Gaga sabe o roteiro: as produtoras negam até a morte para evitar multas contratuais astronômicas com patrocinadores (leia-se: Itaú). O anúncio oficial é um evento por si só, e ninguém quer que uma nota de coluna estrague o comercial do horário nobre da TV Globo.
Por que Britney no Brasil faz todo o sentido em 2026?
Britney Spears vive um momento de “renascimento”. Após se libertar da tutela, ela mandou um recado claro: não quer mais saber de turnês exaustivas nos EUA. Mas o Brasil… ah, o Brasil é o lugar onde ela é tratada como uma divindade.
Um show gratuito para 2 milhões de pessoas seria o maior “comeback” da história da música moderna. Seria o encerramento perfeito para a trilogia de divas em Copacabana. Britney não precisa de uma turnê mundial; ela só precisa de uma noite histórica no Rio para provar que ainda é a dona do jogo.
E se não for a Britney? A bolsa de apostas está frenética
Caso a negação oficial seja verdadeira (o que seria uma decepção de proporções bíblicas), outros nomes estão na mesa para o dia 2 de maio:
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Shakira: A loba deu as caras em um erro da Deezer que listava o show em Copacabana.
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Beyoncé: O sonho de consumo de dez entre dez brasileiros.
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Adele: Para fazer todo mundo chorar na beira do mar (um conceito interessante, porém arriscado).
O veredito
Estamos a poucas horas da verdade. O anúncio oficial deve acontecer amanhã, 27 de janeiro. Até lá, o Rio de Janeiro segue em estado de vigília. Se for a Britney, prepare-se para o maior congestionamento de biquínis e bandeiras de arco-íris da história. Se não for, bem… a gente sempre terá os CDs antigos para chorar no quarto.
E aí, você acha que a negação da produtora é real ou apenas jogo de cena? Se a Britney subir naquele palco em maio, qual música você morreria para ouvir ao vivo? “Toxic” com o barulho das ondas ao fundo parece um sonho, não é? Comenta aqui!

