Rapper apresenta no Arena Hall show baseado em “Emicida Racional VL 2 – Mesmas Cores & Mesmos Valores”, com repertório que também percorre diferentes fases da carreira
Emicida retorna a Belo Horizonte no dia 5 de setembro de 2026, sábado, com a turnê Emicida Racional MCMV Tour. A apresentação acontece no Arena Hall, antigo BeFly Hall, e integra a série de shows criada a partir do álbum Emicida Racional VL 2 – Mesmas Cores & Mesmos Valores, lançado em 2025.
A turnê passa por cinco cidades brasileiras e propõe transportar para os palcos a experiência do disco em que Emicida se debruça sobre a influência e o legado dos Racionais MC’s para construir suas próprias narrativas. Antes de chegar a Belo Horizonte, a excursão passa por São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Recife.
Emicida Racional MCMV Tour em Belo Horizonte
O novo espetáculo foi concebido para ir além da simples reprodução do álbum no palco. A proposta de Emicida é criar uma experiência mais imersiva, utilizando o conceito de MCMV como ponto de partida.
A sigla é uma referência direta ao título Mesmas Cores & Mesmos Valores, mas também corresponde a 1905 em algarismos romanos, ano associado à publicação da Teoria da Relatividade de Albert Einstein. A ideia conceitual parte justamente da percepção de que tempo e espaço dependem do observador para criar um show no qual a experiência de cada pessoa pode ser diferente.
Com direção musical do próprio Emicida, produção musical de Fejuca e coprodução de Damien Seth, o espetáculo apresenta músicas do trabalho mais recente, incluindo “Finado Neguim Memo?” e “Us Memo Preto Zica”.
Mas quem acompanha o rapper desde os primeiros passos não ficará restrito à fase atual.
O repertório também percorre diferentes momentos de sua trajetória, chegando até a primeira mixtape, Pra Quem Já Mordeu um Cachorro por Comida, até que Eu Cheguei Longe…, de 2009, e passando por trabalhos fundamentais como AmarElo, lançado em 2019.
Show marca nova fase de Emicida
A intenção do rapper é transportar para os grandes palcos parte da intensidade vivenciada durante a produção de Emicida Racional VL 2.
O álbum nasceu a partir da relação de Emicida com a obra dos Racionais MC’s e funciona também como uma espécie de agradecimento de fã para ídolos que tiveram papel fundamental em sua formação.
No palco, entretanto, a ideia é ampliar essa experiência e transformá-la em espetáculo.
A própria concepção da turnê brinca com a definição tradicional de rap. Emicida utiliza “rep”, com “E”, reforçando a ideia de “ritmo e poesia” e propondo elevar o conceito do MC no palco.
Quanto custam os ingressos para Emicida em BH?
Os ingressos para o show de Emicida em Belo Horizonte foram divididos em três setores.
Front: R$ 117,50 (meia-entrada) e R$ 235 (inteira)
Cadeira Ouro: R$ 127,50 (meia-entrada) e R$ 255 (inteira)
Cadeira Prata: R$ 92,50 (meia-entrada) e R$ 185 (inteira)
A venda é realizada pela Eventim.
Arena Hall é o novo nome do BeFly Hall
A apresentação de Emicida estava originalmente divulgada para o BeFly Hall, nome que aparece no anúncio inicial da turnê. O espaço de Belo Horizonte, entretanto, agora passa a se chamar Arena Hall.
Portanto, quem encontrar materiais anteriores indicando “Emicida no BeFly Hall” deve considerar que se trata do mesmo local, agora identificado pelo novo nome.
Serviço – Emicida em Belo Horizonte
Emicida Racional MCMV Tour
Data: 5 de setembro de 2026, sábado
Local: Arena Hall (antigo BeFly Hall)
Endereço: Avenida Nossa Senhora do Carmo – Belo Horizonte/MG
Ingressos: de R$ 92,50 a R$ 255, conforme setor e modalidade
Setores: Front, Cadeira Ouro e Cadeira Prata
Classificação etária: entrada e permanência de crianças e adolescentes de 5 a 15 anos acompanhados dos pais ou responsáveis; jovens de 16 e 17 anos podem entrar desacompanhados, sujeito a eventual alteração por decisão judicial.
A passagem por Belo Horizonte encerra a sequência inicialmente anunciada da Emicida Racional MCMV Tour e coloca o agora Arena Hall como palco de uma apresentação que pretende percorrer mais de 15 anos da trajetória de Emicida sem transformar o passado em peça de museu: a proposta é revisitar essa história a partir do artista que ele se tornou.

